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Pesquisadores, estudantes e profissionais da área nuclear têm uma nova oportunidade para participar da International Nuclear Atlantic Conference 2026 (INAC 2026). Devido ao grande interesse da comunidade técnico-científica e às solicitações recebidas pela Comissão Organizadora, o prazo para submissão de trabalhos foi prorrogado, em caráter excepcional, até o dia 7 de junho de 2026.

Reconhecida como um dos mais importantes eventos do setor nuclear na América Latina, a INAC 2026 reunirá especialistas, pesquisadores, representantes da indústria, instituições de pesquisa e órgãos governamentais do Brasil e do exterior para discutir temas estratégicos relacionados ao desenvolvimento científico e tecnológico da área nuclear.

A prorrogação representa uma nova chance para autores que desejam integrar a programação técnica oficial do evento, apresentando pesquisas, estudos e soluções inovadoras voltadas para diferentes aplicações da tecnologia nuclear.

A conferência abordará temas de grande relevância, incluindo:

- Energia nuclear;
- Sustentabilidade e transição energética;
- Aplicações nucleares na saúde;
- Inovação tecnológica;
- Indústria nuclear;
- Segurança e proteção radiológica;
- Pesquisa e desenvolvimento científico.

A INAC 2026 acontecerá entre os dias 24 e 28 de agosto de 2026, na cidade do Rio de Janeiro, reunindo especialistas nacionais e internacionais para debater os desafios e as perspectivas do setor nuclear em um cenário global de transformação tecnológica e busca por soluções energéticas sustentáveis.

Além da apresentação de trabalhos científicos, a programação contará com palestras, painéis, sessões técnicas e oportunidades de networking entre pesquisadores, estudantes e profissionais da área.

Esta é a última chamada para submissão de trabalhos. Os interessados devem aproveitar o prazo estendido para enviar suas contribuições e participar de um dos principais fóruns de discussão sobre energia, ciência e tecnologia nuclear da América Latina.

Prazo final para submissão: 7 de junho de 2026

Acesse o site e envie seu trabalho agora: INAC 2026

 

O XVII Seminário Internacional de Energia Nuclear (SIEN) segue promovendo debates estratégicos sobre os desafios e perspectivas do setor nuclear no Brasil. Entre os destaques da programação, a AMAZUL coordena um debate dedicado à Gestão do Conhecimento no setor, reunindo especialistas para discutir temas fundamentais para a continuidade, inovação e segurança das atividades nucleares.

A discussão abordou questões relacionadas à cultura da segurança, integração da Gestão do Conhecimento tradicional com a inteligência artificial, transformação de ativos táticos em ativos digitais, além dos desafios ligados à sucessão geracional e à preservação do conhecimento técnico especializado.

O encontro também promoveu reflexões sobre a carência de mão de obra qualificada, a aposentadoria de especialistas e a necessidade de estratégias capazes de garantir a transferência de conhecimento e a continuidade dos projetos do setor nuclear.

Com uma programação voltada aos principais desafios da área, o XVII SIEN reafirma seu papel como espaço de integração, troca de experiências e construção de soluções para o futuro da energia nuclear.

Fonte: SIEN Brasil

 

Estudantes da Engenharia Nuclear da Escola Politécnica da UFRJ conquistaram o 3º lugar na etapa brasileira do 2º HackAtom, competição de inovação voltada ao setor nuclear realizada no Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN). O resultado evidencia a qualidade da formação oferecida pela UFRJ e o protagonismo de seus alunos em desafios que estimulam a criatividade, a inovação e a aplicação de conhecimentos técnicos em soluções para o futuro da área nuclear.

O HackAtom reúne estudantes de diferentes instituições de ensino superior para desenvolver projetos inovadores relacionados às aplicações energéticas e não energéticas das tecnologias nucleares. Durante a competição, os participantes trabalham em equipe para propor soluções alinhadas às demandas atuais do setor, exercitando competências multidisciplinares, pensamento estratégico e capacidade de inovação.

A conquista do terceiro lugar reforça o comprometimento dos estudantes da Engenharia Nuclear da UFRJ, que se destacaram pela dedicação, iniciativa e capacidade de enfrentar desafios complexos em um ambiente altamente competitivo. A participação no evento também proporcionou uma importante oportunidade de intercâmbio de experiências com alunos, pesquisadores e profissionais de diferentes regiões do país.

O desempenho da equipe ganha ainda mais relevância diante do elevado nível técnico da competição. A equipe da Universidade de São Paulo (USP) conquistou o primeiro lugar, enquanto a equipe vice-campeã contou com uma integrante oriunda da formação vencedora de uma edição anterior. O resultado demonstra que a UFRJ continua formando profissionais altamente qualificados e competitivos, contribuindo de maneira significativa para o fortalecimento do setor nuclear brasileiro.

Além do reconhecimento conquistado no HackAtom, a participação dos estudantes reafirma a importância de iniciativas que aproximam a formação acadêmica dos desafios reais da indústria, incentivando o desenvolvimento de novas tecnologias e o surgimento de futuras lideranças para o setor.

A Escola Politécnica da UFRJ parabeniza todos os integrantes da equipe pela excelente atuação e pelo empenho demonstrado ao longo da competição. A conquista é motivo de orgulho para toda a comunidade acadêmica e reforça a tradição da UFRJ na formação de profissionais comprometidos com a inovação, a ciência e o desenvolvimento tecnológico.

Parabéns aos alunos da Engenharia Nuclear da UFRJ pela conquista e pela representação de excelência da universidade no 2º HackAtom!

 

22 05 TINS Alunos da Escola Politcnica NoticiaEstudantes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) conquistaram destaque internacional ao receberem a premiação de “Projeto Disruptivo” durante um campeonato de projetos de inovação em engenharia voltado para o setor de energia, realizado na Rússia. A equipe foi formada por três alunos da Escola Politécnica da UFRJ e um estudante do Instituto de Computação da UFRJ, representando o Brasil em uma das mais importantes competições acadêmicas da área.

Os estudantes Vinicius Costa Silva, Victor Pereira da Silva dos Santos, João Pedro Gualti Scalabrini e Jeniffer Medeiros dos Santos participaram do evento após passarem por um rigoroso processo seletivo que reuniu dezenas de equipes. Na etapa final, realizada presencialmente em Moscou, os alunos apresentaram uma proposta inovadora que se destacou pelo caráter transformador e pelo potencial de aplicação no setor energético, garantindo a conquista do prêmio de Projeto Disruptivo.

A premiação reconhece iniciativas capazes de propor soluções inovadoras para desafios atuais da engenharia, incentivando o desenvolvimento tecnológico e a criação de novos modelos para o futuro da energia. O desempenho da equipe demonstra a excelência da formação oferecida pela UFRJ e a capacidade de seus estudantes de competir em alto nível no cenário internacional.

A participação dos alunos reforça o protagonismo da universidade em áreas estratégicas da ciência, tecnologia e inovação, além de evidenciar a importância da integração entre diferentes unidades acadêmicas na construção de projetos multidisciplinares de impacto global.

A conquista representa não apenas um reconhecimento ao talento e dedicação dos estudantes, mas também uma oportunidade de ampliar a visibilidade da pesquisa e da inovação produzidas na UFRJ em ambientes internacionais de excelência.

Estudantes premiados:
Vinicius Costa Silva – Escola Politécnica/UFRJ
Victor Pereira da Silva dos Santos – Escola Politécnica/UFRJ
João Pedro Gualti Scalabrini – Escola Politécnica/UFRJ
Jeniffer Medeiros dos Santos – Instituto de Computação/UFRJ

A comunidade acadêmica parabeniza os estudantes pela conquista e pelo destaque alcançado em uma competição internacional que reúne jovens talentos da engenharia e da inovação tecnológica.

Fonte: Linkedln

 

 

O diretor-presidente da Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN), Alessandro Facure, participou do programa Alta Voltagem, em entrevista conduzida pelo jornalista Robson Rodrigues, para discutir os principais desafios, avanços e perspectivas do setor nuclear no Brasil.

Durante a conversa, foram abordados temas estratégicos relacionados à segurança nuclear, gestão de rejeitos radioativos, ampliação da matriz energética, energia limpa e os caminhos para o fortalecimento do programa nuclear brasileiro. A entrevista também destacou o papel da regulação e da governança técnica na consolidação de um setor alinhado às melhores práticas internacionais.

Entre os assuntos debatidos, Alessandro Facure comentou sobre o cenário atual das usinas nucleares brasileiras, incluindo Angra 3, além das iniciativas voltadas ao fortalecimento institucional da ANSN e à ampliação da segurança operacional no país.

A participação no programa reforça a importância do diálogo público sobre ciência, tecnologia e energia nuclear, especialmente diante dos desafios globais relacionados à transição energética, sustentabilidade e segurança energética.

O programa Alta Voltagem foi exibido pela CNN Brasil e trouxe reflexões sobre o potencial do Brasil para expandir sua atuação no setor nuclear de forma segura, sustentável e tecnologicamente avançada.

A entrevista completa foi divulgada nas redes sociais do jornalista Robson Rodrigues.

Fonte: LinkedIn 

 

A Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) lançou um novo edital para concessão de bolsas de mestrado e doutorado em celebração aos 70 anos de fundação da autarquia. A iniciativa tem como objetivo incentivar a formação de pesquisadores e fortalecer o desenvolvimento científico em áreas estratégicas do setor nuclear e radiológico no Brasil.

Ao todo, serão disponibilizadas 20 bolsas de mestrado e 20 bolsas de doutorado, destinadas a pesquisas voltadas ao avanço tecnológico, inovação e desenvolvimento científico em temas relacionados à energia nuclear, proteção radiológica e aplicações das tecnologias nucleares.

As inscrições estarão abertas entre os dias 21 de maio e 7 de junho de 2026 e deverão ser realizadas exclusivamente por meio de sistema eletrônico disponibilizado pela CNEN. Para efetuar a inscrição, os candidatos precisam possuir conta ativa na plataforma Gov.br.

De acordo com o edital, as bolsas serão concedidas a estudantes indicados pelos proponentes contemplados, desde que estejam regularmente matriculados em programas de pós-graduação reconhecidos pela Capes. Para participação, os cursos devem possuir conceito mínimo 3 para mestrado e conceito mínimo 4 para doutorado.

A iniciativa reforça o compromisso da CNEN com a formação de recursos humanos altamente qualificados e com o fortalecimento da pesquisa científica nacional em áreas consideradas estratégicas para o desenvolvimento tecnológico e energético do país.

O edital também celebra as sete décadas de atuação da instituição, responsável por promover, regulamentar e fiscalizar as atividades nucleares no Brasil, além de incentivar a pesquisa e a inovação no setor.

Mais informações e acesso ao edital podem ser consultados no portal oficial da CNEN.

Fonte: CNEN

 

Uma iniciativa desenvolvida pela UNIFASE/FMP, em parceria com a Defesa Civil de Petrópolis, passa agora a contar também com a participação da Marinha do Brasil em ações voltadas à redução de riscos e ao fortalecimento da resiliência socioambiental em comunidades do município.

O projeto, intitulado “Comunidade que Cuida da Vida”, surgiu após as tragédias climáticas que atingiram Petrópolis e tem como objetivo desenvolver estratégias preventivas, integrando saúde, gestão de riscos e participação comunitária.

A proposta reúne profissionais, pesquisadores, estudantes e agentes públicos em ações que buscam preparar as comunidades para enfrentar eventos extremos relacionados às mudanças climáticas, como enchentes, deslizamentos e ondas de calor.

A iniciativa já vinha sendo desenvolvida em parceria com a Secretaria Municipal de Proteção e Defesa Civil, incluindo capacitações em geoprocessamento, mapeamento participativo e identificação de áreas vulneráveis. Agora, com a entrada da Marinha do Brasil, o projeto amplia sua capacidade técnica e institucional para fortalecer ações preventivas e educativas.

Entre os principais focos estão a identificação de pessoas em situação de vulnerabilidade, o fortalecimento das redes de apoio comunitário e o desenvolvimento de estratégias integradas de prevenção e resposta a desastres.

Segundo os organizadores, o projeto também busca promover maior conscientização da população sobre corresponsabilidade e participação comunitária na construção de territórios mais seguros e resilientes.

A iniciativa reforça a importância da integração entre universidades, órgãos públicos e instituições estratégicas para o enfrentamento dos desafios impostos pelas mudanças climáticas, especialmente em cidades historicamente impactadas por desastres socioambientais.

Além de fortalecer a cultura da prevenção, o projeto contribui para o desenvolvimento de soluções baseadas em ciência, saúde pública e planejamento territorial, ampliando a proteção das comunidades mais vulneráveis de Petrópolis.

FONTE: Tribuna Petrópolis

 

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