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Durante o Nuclear Summit 2026, o deputado Julio Lopes reforçou a importância de que os pré-candidatos à Presidência apresentem propostas claras para o futuro da energia nuclear no Brasil.
O debate destaca um momento estratégico para o setor, que busca maior definição sobre políticas públicas, investimentos e o papel da energia nuclear no desenvolvimento do país.
Em um contexto global de expansão da matriz nuclear, a discussão ganha ainda mais relevância para o avanço tecnológico e energético nacional.
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Quinze anos após um dos acidentes mais marcantes da história do setor, diversos países voltam a discutir o papel dessa fonte na redução de emissões e na segurança energética. Em um cenário de pressões climáticas e instabilidade geopolítica, a geração nuclear reaparece como uma alternativa estratégica na matriz energética mundial.
No Brasil, especialistas apontam que a fonte deve manter um papel complementar, enquanto decisões sobre novos investimentos dependem diretamente dos rumos de projetos estruturantes do setor.
O que isso significa para o futuro da energia no país e para a transição energética global? Confira a análise completa AQUI.
Fonte: Valor Econômico
O evento reuniu lideranças estratégicas para discutir o desenvolvimento do estado do Rio de Janeiro, com destaque para o papel da energia nuclear e das engenharias no futuro sustentável.
O encontro promoveu reflexões importantes sobre integração entre setores, inovação e planejamento, fortalecendo o diálogo entre especialistas e instituições.
Um momento essencial para pensar caminhos e soluções para o desenvolvimento do país.
O presidente da Associação Brasileira para Desenvolvimento das Atividades Nucleares (ABDAN), Celso Cunha, foi reeleito para o seu sexto mandato à frente da entidade.
Desde 2017 na liderança da associação, Cunha tem conduzido a expansão da ABDAN, que ampliou o número de associadas e passou a atuar também em áreas como medicina nuclear e irradiação de alimentos.
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O TINS marcou presença no seminário sobre regulação nuclear naval, realizado na Escola de Guerra Naval, no Rio de Janeiro.
O encontro debateu os desafios regulatórios da propulsão nuclear no contexto da descarbonização do transporte marítimo até 2050, em alinhamento com diretrizes da Agência Internacional de Energia Atômica e da Organização Marítima Internacional.
Quer entender os impactos estratégicos e regulatórios desse debate?
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O 1º Seminário de Regulação Nuclear Naval, realizado na Escola de Guerra Naval, no Rio de Janeiro, reuniu especialistas, autoridades e representantes da Marinha do Brasil para debater os caminhos da governança e da segurança no setor nuclear naval.
Um encontro estratégico para o fortalecimento institucional e tecnológico do país.
Durante o evento realizado no Rio de Janeiro, representantes da Sociedade Brasileira de Proteção Radiológica participaram dos debates estratégicos sobre o futuro da energia nuclear no país. Estiveram presentes João Carlos e a professora Inayá Lima, acompanhando discussões sobre inovação, transição energética e segurança no setor.
Fonte: ASPR